1983+1984: Quando os Videogames Chegaram
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Mil novecentos e oitenta e três fez parte do que se convencionou chamar de “a década perdida”, a qual ficou marcada como uma época de forte recessão, inflação e dificuldade para quem era adulto e tinha responsabilidades, mas também se mostrou muito interessante para crianças e adolescentes. O videogame, enquanto nova forma de brinquedo e entretenimento, chegou com praticamente sete anos de atraso em relação ao mercado que o inventou, então, muito coisa aconteceu em nosso país em um curtíssimo período.
O aparecimento dos videogames gerou um verdadeiro frisson no Brasil, afinal, eles representavam a modernidade e eram um símbolo dela, um objeto de desejo comparável, digamos, ao iPad, aos smart phones e aos gadgets da atualidade. Todos queriam ter, ver, experimentar. Apesar do ceticismo por parte de alguns psicólogos, era consenso que a nova diversão fazia melhorar o reflexo e a destreza das crianças, e aguçava a capacidade de raciocínio de quem a usava.
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